e telefonamos uns aos outros, de perto ou de longe, cruzando
terra e mar, apertamos as mãos à chegada e à partida, lutamos
uns com os outros e até nos destruímos uns aos outros neste
esforço algo frustrado de atravessar paredes em direcção ao
outro. como disse uma vez um personagem numa peça,
«estamos todos condenados a viver na cela solitária da nossa
pele».
- tennessee williams -

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